Pular para o conteúdo principal

Resenha | A Lista Negra - Jennifer Brown


A Lista Negra - Jennifer Brown

Editora: Gutenberg
Páginas: 272
Classificação: Ficção Juvenil, Contemporâneo
Booktrailer: aqui
Publicado originalmente em 2009 com o título de Hate List

O livro conta a história de Valerie e como ela tenta se recuperar de um tiroteio em sua escola, no qual ela levou um tiro juntamente com colegas e professores que tentaram impedir mais mortes.
Não bastasse ser baleada, o atirador era seu namorado, Nick, que se suicida e Valerie é tida como cúmplice pela polícia, sociedade e seus próprios pais.





Eu peguei esse livro depois de assistir ao vídeo da Pam, do blog Garota It. E não me arrependo! Os temas tratados pelo livro me tiraram da passividade da leitura e pelas horas que duraram a leitura, entendi a situação da Val.

O casal sofre bullying e o livro nos mostra isso buscando no passado explicações para o que aconteceu. Valerie tem um caderno onde anota as coisas que odeia, uma lista negra. Posteriormente, ela divide esse caderno com o namorado e juntos colocam nomes das pessoas que os ofendem e atormentam diariamente. Nick usa essa lista como guia para os assassinatos que comete.

A linha de tempo do livro é uma das suas maiores qualidades na minha opinião. Pois acompanhamos o presente de Valerie, se recuperando física e psicologicamente, ao mesmo tempo em que nos é contado o que aconteceu nos dias que antecederam o tiroteio e durante ele.

Eu, pessoalmente, achei que o livro estava levando a um final diferente do que realmente levou, deixando a narrativa menos crível, mas não menos prazerosa. Gostei muito da Bea e do Dr. Heiler, personagens que aparecem no decorrer do livro, e odiei os pais da Val, mas não vou dar motivações para não estragar a leitura.

Vale a leitura!


Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha | Primeiro ano - Scott Turow

Editora : Record Páginas : 220 Estrelas : ✬✬✬✬ Skoob Publicado em 1977. Ao narrar as angústias, as dificuldades, os desafios e os triunfos que marcaram seu primeiro ano na Faculdade de Direito de Harvard, Scott Turow denuncia problemas surpreendentes no sistema de educação jurídica de uma das mais antigas e conceituadas instituições de ensino dos Estados Unidos. Um relato dramático e um importante depoimento do autor.

Resenha | A Arte de ter Razão - Arthur Schopenhauer

Editora : Faro Editorial Páginas : 128 Estrelas : ✬✬✬ Skoob Publicado em 1831. A forma como nos comportamos socialmente não mudou muito desde Aristóteles. Partindo dos escritos do pensador grego, Schopenhauer desenvolve em sua Dialética Erística, 38 estratégias sobre a arte de vencer um oponente num debate não importando os meios. E, para isso, mostra os ardis da maior ferramenta que todos possuímos, a palavra. Usar argumentos e estratégias certas numa conversa é uma arma poderosa em qualquer momento. E tanto vale para quem quer reforçar um talento, evitar ciladas dialéticas, ou simplesmente estar bem preparado para negociações ou qualquer outra ocasião que exija argumentação... o que acontece em todos os momentos da vida. Essas estratégias não foram inventadas por Schopenhauer. Seu trabalho foi identifica-las, reuni-las de modo coerente, mostrando como são utilizadas, em quais momentos elas surgem em meio a uma discussão, de modo que você possa utilizar-se deste livro

Resenha | Papillon - Henri Charrière

Editora : Bertrand Páginas : 728 Estrelas : ✬✬✬✬ Skoob Publicado originalmente em 1969 com o título de Papillon Charriere, condenado à prisão perpétua por um assassinato que não cometeu, foi um dos poucos que conseguiram fugir da Ilha do Diabo, presídio localizado na floresta impenetrável da Guiana Francesa, onde os presos pagavam por seus crimes sofrendo degradações e brutalidades. No livro, ele relata como foi acusado, fala de seu martírio ao longo dos anos de confinamento, além da corrupção entre os guardas e como planejou sua fuga cinematográfica. Quando publicado na França, “Papillon” foi alvo de grande controvérsia. Nunca se soube ao certo se os acontecimentos narrados de fato ocorreram com o autor, como ele alega – o que faria do livro um romance autobiográfico –, ou se a trama é fruto de sua fértil imaginação. “Papillon” é um dos relatos mais impressionantes e realistas de toda a literatura, um feito incrível de engenhosidade humana, força de vontade e persever