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Resenha | Como Dizer Adeus em Robô - Natalie Standiford


Editora: Record

Páginas: 344
Estrelas: ✬✬✬
Publicado originalmente em 2009 com o título de How To Say Goodbye in Robot


Com um toque melancólico, o livro conta a singular ligação entre Bea e Jonah. Eles ajudam um ao outro. E magoam um ao outro. Se rejeitam e se aproximam. Não é romance, exatamente mas é definitivamente amor. E significa mais para eles do que qualquer um dos dois consegue compreender... Uma amizade que vem de conversas comprometidas com a verdade, segredos partilhados, jogadas ousadas e telefonemas furtivos para o mesmo programa noturno de rádio, fértil em teorias de conspiração. Para todos que algum dia entraram no maravilhoso, traiçoeiro, ardente e significativo mundo de uma amizade verdadeira, do amor visceral, Como dizer adeus em robô vai ressoar profunda e duradouramente.

Não me lembro mais como conheci este livro, sei que me apaixonei pela capa com lombada cor de rosa e me arrisquei. Não posso dizer que foi um preferido, mas é uma história bem legal, com alguns diferenciais.

Bea e Jonah são adolescentes que se comunicam através de um programa de rádio noturno. Através de apelidos, eles conversam junto com os outros ouvintes da rádio, num programa beeem diferente. Nele eles "viajam" no tapete mágico, uma viagem mental, onde eles se encontram em lugares diferentes.

Nesse mesmo programa, existem alguns personagens bem peculiares, desde idosos até "loucos". E os dois adolescentes desenvolvem um relacionamento através dele.

O que me decepcionou um pouco foi a falta de ação do livro, nada realmente acontece, além da construção da amizade dos dois. Geralmente, eu adoro histórias de relacionamentos, porém, faltou, sabe? Faltou construção para ser ótimo.

Foi uma leitura que passou um pouco batida, não se ateve na cabeça. Ainda assim, não é um livro ruim. Talvez se eu tivesse lido num período mais sensível, teria adorado e me identificado. De qualquer forma, na época em que li, achei difícil me relacionar, gostar e torcer pelos adolescentes.

Se você tem esse livro na estante, eu não trataria como prioridade, mas também não se desfaça do livro, leia e tire suas conclusões. Quem sabe ele sirva melhor para um outro público ou uma pessoa com vivências diferentes das minhas.

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