Pular para o conteúdo principal

Resenha | Os Melhores Contos Orientais - Org. Antonio Daniel Abreu


Editora: Martin Claret
Páginas: 160
Estrelas: ✬✬✬
Publicado em 2013.


Os melhores contos orientais é uma coletânea que resgata a cultura oriental, com a riqueza dos seus pensamentos e reflexões. As historias aqui selecionadas são da cultura popular, contadas e recontadas há milhares de anos. Nesta seleção há a fidelidade com os contos tais como foram ouvidos na tradição oral, tentando passar seus ensinamentos mais genuínos de forma que não se perdesse a essência das historias. A leitura deste livro permitira ao leitor o contato com esse cultura rica e milenar.


Primeiro, eu quero salientar a beleza dessa coleção da Martin Claret. Eu ganhei dois livros dessa coleção, do meu amigo secreto literário e praticamente babei em cima dos livros quando os abri. Não preciso dizer que os outros da coleção já estão na minha wishlist, né?


Esse livro reúne contos orientais, ou melhor, histórias orientais daquelas que são passadas de geração para geração, oralmente. Aquelas histórias que, geralmente, tem uma resolução moral por trás.

Ele é dividido em Índia, China e Japão. Eu me surpreendi ao ler, porque acreditava conhecer mais da cultura japonesa e chinesa do que da indiana. Porém, na leitura me vi mais familiarizada com os contos indianos.

Eles falaram mais comigo, tornaram mais fácil de entender o significado por trás das palavras.

Já nos contos japoneses e chineses, muitas vezes me peguei fazendo cara de "wtf?" ao terminar um conto sem entender nada. 

As histórias variam em tamanho, desde meia página até, no máximo, 3 páginas cada. E eu senti falta de comentários às histórias, talvez explicando um pouco melhor o contexto de cada uma.

Confesso que muita coisa se perdeu na minha leitura, por não entender o contexto ou a motivação do que estava lendo. De qualquer forma, gostei da leitura, não sou a maior fã de contos, mas tenho tentado apreciá-los mais, conhecê-los mais.




E você? Já leu? Deixe sua opinião nos comentários!
Siga o blog no Google Friend Connect.



Comentários

  1. Tive a mesma sensação nos Contos da Literatura Fantástica! Os japoneses e chineses foram os mais dificeis de entender! Junto com os do Borges, que foi a dificuldade mor! rsrsrs

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha | Papillon - Henri Charrière

Editora: Bertrand Páginas: 728 Estrelas: ✬✬✬✬ Skoob Publicado originalmente em 1969 com o título de Papillon

Charriere, condenado à prisão perpétua por um assassinato que não cometeu, foi um dos poucos que conseguiram fugir da Ilha do Diabo, presídio localizado na floresta impenetrável da Guiana Francesa, onde os presos pagavam por seus crimes sofrendo degradações e brutalidades. No livro, ele relata como foi acusado, fala de seu martírio ao longo dos anos de confinamento, além da corrupção entre os guardas e como planejou sua fuga cinematográfica. Quando publicado na França, “Papillon” foi alvo de grande controvérsia. Nunca se soube ao certo se os acontecimentos narrados de fato ocorreram com o autor, como ele alega – o que faria do livro um romance autobiográfico –, ou se a trama é fruto de sua fértil imaginação. “Papillon” é um dos relatos mais impressionantes e realistas de toda a literatura, um feito incrível de engenhosidade humana, força de vontade e perseverança. A história de um …

Top 5 | Livros Apaixonantes

Amanhã é dia dos namorados, por isso, sugiro leituras apaixonantes, que aquecem o coração, seja por seus personagens marcantes ou pelo romance do livro. São livros que li recentemente e que saltaram à mente quando pensei nesse tema.

Resenha | Os Instrumentos Mortais - Cassandra Clare (parte 2)

Se vocês viram a parte 1 sobre Os Instrumentos Mortais, vocês sabem que eu dividi a série em duas trilogias para comentar por aqui. Naquele post eu explico que, na minha opinião, essa divisão é viável e facilita para comentar sem dar spoilers. Lembrando que terá spoilers dos livros anteriores.
Os três últimos livros da série são: Cidade dos Anjos Caídos, Cidade das Almas Perdidas e Cidade do Fogo Celestial.
Bom, quero começar falando que graças a Deus no terceiro livro "descobrimos" que a Clary e o Jace não são irmãos. Eu já comentei na parte 1 que isso tinha ficado óbvio para mim desde o momento em que a autora resolveu dar essa guinada na história. Achei desnecessário, inacreditável e me irritou muito quando estava lendo.

Nessa segunda trilogia, há uma troca de vilões, agora Sebastian mostrou a que veio. Que, sinceramente, também é perceptível ao leitor desde que o personagem é introduzido.

Porém, tirando Cidade dos Anjos Caídos, que eu não gostei nada, acho que a história…