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Resenha | Prodigy - Marie Lu

Legend #2
Editora: Rocco
Páginas: 304
Estrelas: ✬✬✬✬
Publicado originalmente em 2013 com o título de Prodigy

Considerada pelo público e pela crítica internacional uma das melhores sagas de distopia já publicadas, a trilogia Legend, da chinesa radicada nos EUA Marie Lu, conquistou leitores de diversas partes do mundo ao acompanhar o romance improvável entre dois jovens de origens distintas numa realidade opressora. Depois de descobrir, no primeiro livro da série, as medidas extremas que o governo da República é capaz de adotar para proteger alguns segredos, no segundo volume da saga, Prodigy, June e Day assumem a tarefa de assassinar o novo líder político da nação. Mas será que este é o melhor caminho de levar a cabo uma revolução e dar voz ao povo da República?



Você pode ler a resenha de Legend aqui. Esse é o segundo volume da série escrita por Marie Lu. Eu tive alguns problemas com esse livro, mas acredito que tenham sido por leitura na hora errada.

É por isso que acredito que devamos seguir o humor em que estamos para cada história - e é por isso também que leio vários livros ao mesmo tempo.

A perspectiva em dois tempos continua nesse livro, entre o Day e a June. Que fugiram da locação em que estavam, ajudados pela organização anti-governo que os auxiliou na fuga do Day. Para recompensá-los por esta ajuda, ambos, agora, devem participar do homicídio do imperador que vai assumir a nação com a morte de seu pai.


Mais uma vez, os protagonistas se dividem para cumprir com o plano. Só que... a medida que as coisas vão acontecendo, novas teias de conspiração vão sendo reveladas. E as coisas se mostram mais difíceis ainda.

Um dos pontos fortes do livro é que, como já sabemos, o mundo é dividido, e nesse volume, vamos às colônias. E de novo, a dualidade das perspectivas é fascinante. Porque, enquanto no primeiro livro tínhamos a perspectiva das grandes capitais, nas colônias, vemos uma outra visão de mundo.

Temos a oportunidade de escolher qual é melhor ou ainda, de não saber qual é pior. Pois o ideal prometido, do que seriam as colônias, não permanece por muito tempo.

Então, eu gostei um pouco menos desse livro, mas acredito que em grande parte foi pelo momento da leitura. Ainda assim, essa é uma trilogia que vale a leitura.

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